quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Greve Geral da Educação no Paraná


Na manhã do dia 9 de Fevereiro, foi dada a largada para a Greve Geral da Educação no Paraná. Cerca de 5 mil educadores(as) se concentraram em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em Curitiba, para protestar contra o pacote de maldades do governador Beto Richa, que atinge direitos do funcionalismo público.

Dentre os professores e funcionários de escola, também estavam alunos que foram apoiar a greve e servidores de outras categorias que também serão afetados, caso os deputados estaduais aprovem os dois polêmicos projetos. Por parte dos professores universitários, a principal reclamação refere-se a medidas do governo que afetariam a autonomia universitária.

O governo anunciou na quarta-feira (4) duas medidas que mexem diretamente com as universidades estaduais: uma que limita a verba destinada às instituições e outra que inclui a folha de pagamento dos professores no chamado Meta 4, base de dados onde estão os demais servidores públicos do estado. Para os docentes, isso fere a autonomia universitária, pois limita as instituições no âmbito financeiro.

A causa da crise monetária no Paraná

Especialistas em Economia Política relatam a crise era visível a mais de 8 anos. A Crise da Economia Mundial em 2008; o desaceleração da economia chinesa ( a qual o Paraná tinha intenso comércio de exportação); crise na Agricultura em 2014, uma das principais receitas do Estado, eram motivos que abalariam as contas do Paraná, somado ao inchaço do Estado com funcionários comissionados foi o estopim para fazer o governo procurar medidas de austeridade.

Medidas do Governo


Todo o imbróglio teve início com o envio de um projeto do governador Beto Richa à Assembleia propondo uma série de mudanças na estrutura organizacional e financeira do Estado. Dentre elas, Richa subtraía vantagens conquistadas pelos professores em seu plano de cargos e salários, como o fim do “quinquênio” – um adicional que é incorporado ao salário dos professores a cada cinco anos – além da demissão de professores, pedagogos e até merendeiras. Além disso, a Secretaria de Educação promoveria o que os professores chamam de “desmonte da estrutura educacional do Paraná”, com o fechamento de mais de 2.500 turmas de sala de aula e a suspensão de cursos noturnos em comunidades carentes.

O que tem provocado maior debate, no entanto, é a proposta de transferir 8 bilhões de reais da previdência estatal reservada para o pagamento dos futuros aposentados no caixa único do governo. Com isso, o governador poderá utilizar a “poupança futura” para o pagamento da folha atual. Segundo especialistas, em menos de três anos esse montante terá virado pó e os servidores, ativos, inativos e pensionistas, podem ficar a ver navios.

Ação Popular


Mais de 950 mil estudantes de 2.100 escolas estão sem aula desde segunda-feira (9) em todo o Paraná por causa da greve de professores e funcionários da rede estadual de ensino.  A paralisação tem a adesão de 100% da categoria –  o equivalente a cerca de 100 mil profissionais – segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato).

O Sindicato confirmou que os professores das escolas públicas entram em paralisação geral no dia 9, e os professores das universidades públicas no dia 10. Na UEPG, cerca de 200 professores votaram de forma unanime, em reunião extraordinária, aderindo à paralisação.
No dia 9, mais de 10 mil manifestantes (Segundo a PM-Curitiba 09/02) se concentraram em frente a Assembleia Legislativa do Paraná, em Curitiba, para protestar contra as medidas propostas pelo governo do Estado.

No dia 10, centenas de manifestantes invadiram o Plenário no momento em que os parlamentares aprovaram a manobra regimental que permitiria que o “pacotaço” apresentado pelo governador Beto Richa (PSDB) tramitasse em apenas um dia pela Casa. Por causa da ação, que ocorreu no final da tarde, o presidente Ademar Traiano (PSDB) decidiu suspender a sessão.

Centenas de manifestantes amanheceram acampados dentro da Alep no dia 11. A sessão foi feita no Restaurante da Casa para discutir e aprovar um requerimento de Luís Claudio Romanelli (PMDB), líder da bancada governista, que prevê a votação "expressa" de um pacote de medidas administrativas e financeiras do Executivo.

No dia 12, a sessão começou de onde havia parado no dia 10. Com a Assembleia cercada pelos manifestantes, que tentavam evitar a chegada dos deputados, os governistas entraram no prédio escoltados pela Polícia Militar, escondidos em um caminhão da PM. Os grevistas reagiram e cercaram os deputados até que o projeto fosse retirado da pauta.

Com a indecisão do governo, os manifestantes entraram no feriado de Carnaval acampando em frente a Alep. Até um baile de carnaval foi improvisado. Com alguns blocos, os servidores  se divertiram embaixo de chuva. ''Foi embaixo de chuva, mas foi animado'', conta a funcionária da escola de uma Escola de Maringá.

Na quinta-feira (19), 11º dia de paralisação das escolas da rede pública estadual, a categoria volta às ruas. Pelo interior do Paraná serão realizados atos em frente aos Núcleos Regionais de Educação (NREs). Em Curitiba, a concentração para o ato em frente ao Palácio Iguaçu inicia às 10h e prossegue no período da tarde. Às 14h30, uma comissão de negociação do sindicato se reúne com o governo. O objetivo é debater a pauta da greve.

Os professores assumem persistência, e que irão protestar até que seus direitos sejam mantidos, independente da opção do governo. Espera-se que o governo cumpra com suas obrigações, e deseja-se que a triste imagem de 30 de agosto de 1988, não voltem a se repetir.


Fontes: http://www.appsindicato.org.br/Include/Paginas/noticia.aspx?id=11002
http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2015/02/manifestantes-que-invadiram-plenario-amanhecem-acampados-na-alep.html
http://pr.ricmais.com.br/dia-a-dia/noticias/professores-mantem-greve-e-ocupacao-da-alep-deputados-prometem-votar-pacotaco-hoje/
http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2015/02/professores-de-universidades-estaduais-do-pr-entram-em-greve.html
http://www.redebrasilatual.com.br/educacao/2015/02/no-parana-greve-de-professores-da-rede-estadual-entra-no-3o-dia-5833.html

http://noticias.r7.com/videos/professores-em-greve-acampam-em-frente-a-assembleia-legislativa-do-parana/idmedia/54db37990cf20eea0d0e70ac.html

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Projeto propõe incluir crimes da ditadura como tema no currículo escolar

Um projeto de lei que prevê a inclusão do tema "a ditadura militar no Brasil e a violação dos direitos humanos" no currículo escolar de estudantes do ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos tramita na Comissão de Educação (CE) da Câmara dos Deputados.

A proposta chamada Iara Iavelberg, do deputado Renato Simões (PT-SP), visa alterar a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96) e colocaria, dentro da disciplina de história, temas como "os movimentos de resistência", "as graves violações dos direitos humanos pelo regime de exceção", "a corrupção" e "o legado autoritário da ditadura e os resquícios na sociedade".

Para o autor do projeto, é preciso que a historiografia oficial apresente os acontecimentos no período: "Esse é um tema esquecido. Mesmo para pessoas que viveram aquele período, a censura resultou em um desconhecimento total do que acontecia. Nas novas gerações é mais grave. Não houve um esforço até o momento de inserir esse conteúdo".

Na opinião do deputado, o pedido de alguns grupos isolados pela volta ao regime militar se deve ao desconhecimento do que aconteceu à época: "Precisamos tomar cuidado porque quando há descontentamento total da política, responde-se com autoritarismo. Por isso, é preciso olhar o passado para entender o presente e projetar o futuro", afirma.

Para o professor da UnB, José Otávio Nogueira, a medida se faz necessária para compensar desigualdades de informação passadas. "Houve um silêncio muito grande sobre o assunto. Uma lei poderia acelerar o processo e, inclusive, fomentar a produção sobre a ditadura", aponta.

Nogueira, que é coordenador dos estudos da Comissão da Verdade da universidade, destaca que processo parecido se deu na obrigatoriedade do estudo da história da África nas escolas. "Até aquele momento, tínhamos um ensino de história medieval eurocêntrico. A lei fez com que o currículo se ampliasse", diz.

O projeto de lei foi entregue para a Comissão de Educação (CE) no último dia 20 de agosto.

Pontos de atenção

 

Apesar de ser a favor da aprovação do projeto, o professor Nogueira faz a ressalva de que é preciso fazer alguns ajustes para a implementação nas escolas e isso pode levar tempo: "Será preciso transformar o material de pesquisa em livros didáticos. Isso poderia demandar tempo. O melhor caminho é, se aprovada a lei, o MEC realizar debates com educadores".
"Outro problema é que muitos conteúdo ficam jogados para o final do ano. A iniciativa é boa, mas tem que ver a aplicabilidade", acrescenta Nogueira.

Por outro lado, uma professora da UnB, que preferiu não se identificar, se mostrou preocupada com a iniciativa. "Há dois pontos complicados. O primeiro é que não há consenso entre historiadores sobre o que houve ditadura. Além disso, a lei curricular não deveria empurrar temas tão específicos. Imagina o que aconteceria se começassem a aprovar todo conteúdo das aulas", diz.


Iara Iavelberg

A escolha do nome Iara Iavelberg para "batizar" a lei se deve à ativista política que acabou morta pelos militares em 1971.

"Nós escolhemos porque ela é muito simbólica em uma história que foi desmontada. A versão do suicídio foi tão hegemônica que ela não foi enterrada em campo santo judeu. Houve todo um processo de recontar a história dela. Para mim, ela simboliza o objetivo da lei. Dar a versão dos vencidos da história" aponta.

Tramitação

A proposta faz parte de uma série de medidas adotadas após a instauração da CNV  (Comissão Nacional da Verdade). "Há muitos projetos de revisão e memória na Câmara devido ao que foi apurado na Comissão da Verdade e também por causa dos 50 anos do Golpe Militar de 1964. E esse é um deles", aponta Simões.

A tramitação do projeto ficou prejudicada por causa das paralisações deste ano no Congresso por causa da Copa e Eleições. Porém, o deputado afirma que será feito um esforço para aprovar a lei na Câmara.

Se aprovada com acordo, a discussão vai direto da Comissão de Educação para o Senado. Se os partidos mais conservadores não participarem da discussão, a votação deve acabar indo para o Plenário da Câmara e pode ficar apenas para 2015.

Fonte: Uol Educação

 


 


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Mostra de trabalhos reúne produção do Pibid/UEPG

Coordenadores, supervisores e bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) movimentaram as dependências da Central de Salas de Aula (Campus de Uvaranas) e Bloco ‘B’ (Campus Central), nesta terça-feira (11). A programação da IIII edição da ‘Mostra de Trabalhos Pibid’ registrou a apresentação de pôsteres e trabalhos pedagógicos que foram produzidos nas três edições. São 14 projetos desenvolvidos em 30 escolas públicas estaduais e municipais, com envolvimento de cerca de 300 alunos das 13 licenciaturas ofertadas na UEPG.

A ‘Mostra de Trabalhos’ apresentou aos participantes cerca de 50 pôsteres e 100 trabalhos distribuídos entre materiais didáticos, jogos interativos, trabalhos sobre a copa do mundo, instrumentos musicais, livros, experiências, quadros de pintura, gravuras, máscaras, adaptação da gravura em isopor, jornal, entre outros. Participaram da abertura da mostra, na Central de Salas, o reitor Carlos Luciano Sant’Ana Vargas, pró-reitor de graduação Miguel Archanjo de Freitas Júnior e a coordenadora institucional do Pibid Maria Odete Vieira Tenreiro.
Ao destacar a realização da mostra, o reitor Carlos Luciano Sant’Ana Vargas comenta que, além da importância dos recursos que são repassados pelo governo federal para o programa,a mola mestra do Pibid é o entusiasmo e comprometimento dos alunos, professores orientadores e gestores. “É isso que nos motiva lutar cada vez mais para que o Pibid seja uma grande alternativa para a formação dos nossos professores”.

Para o pró-reitor Miguel Archanjo, a mostra revela um pouco de tudo o que eles desenvolvem no cotidiano e traz uma pequena parcela do que os alunos têm contribuído com o programa. “Isso nos auxilia a perceber o quanto o Pibid tem nos influenciado positivamente na formação dos futuros profissionais, na atualização daqueles que já estão no cotidiano da escola e na interrelação entre universidade e sociedade”.
Maria Odete Tenreiro comenta que os 380 pibidianos (alunos, professores UEPG, professores da rede pública) fazem a diferença na vida pessoal e nos espaços (escola) onde são desenvolvidas as ações. A professora reconhece e evidencia que o sucesso do trabalho só tem se dado pela dedicação e comprometimento de todo o grupo do Pibid.

A professora Maristel Nascimento (Colégio Regente Feijó – disciplina Matemática) comenta que, por trabalhar em uma escola do ensino médio tradicional, encontrava dificuldade em ministrar o conteúdo. Então buscou no programa o auxílio que precisava. “Inscrevi-me no programa e trouxe o Pibid para a escola. Com a atuação dos bolsistas do programa foram desenvolvidos vários jogos que facilitaram consideravelmente o aprendizado. Conseguimos realizar muitas atividades que julgava impossíveis. Com isso, o desempenho dos alunos melhorou muito. Os acadêmicos do Pibid são ótimas influências para os alunos da escola. Eles têm quebrado barreiras no colégio, organizando cartazes nas paredes, murais, etc”.
Tânia Aparecida Pedroso (Colégio Arnaldo Jansen) destaca que a participação do Pibid na escola ajuda ambos os lados. “A troca de experiências entre alunos e professores ajuda muito no processo de aprendizado, eles desenvolvem o raciocínio, se tornam mais críticos”.

Os acadêmicos João Ricardo Santos e Fernanda Loch, do curso de Licenciatura em História, desenvolveram dois projetos no Colégio Estadual José Elias da Rocha com os temas ‘70 anos da escola e 25 anos da Fanfarra’ e ‘Educação para uma cidadania política’. “Foi muito interessante trabalhar estes temas com os alunos, pois no caso da fanfarra eles se veem como personagens da escola”, diz João Ricardo.

Já o outro projeto, que trata de política, foi desenvolvido no 2º turno da campanha eleitoral. “Trabalhamos com os alunos do ensino médio, criamos títulos de eleitores fictícios, simulando uma votação no 2º turno para presidente. 
O resultado foi divulgado uma semana após o resultado das eleições”, comenta João Ricardo. “O objetivo foi ajudar na formação de uma consciência política. 
Obtivemos bons resultados”, completa, destacando que esses projetos são positivos no sentido de que podem contribuir para as outras disciplinas.

Fernanda Loch, aluna do 1º ano de História, comenta que é essencial esse contato com os professores em sala de aula e, mais importante, é perceber a interferência na vida dos alunos. “Eles cobram da gente, perguntam o tempo todo, escolhem o conteúdo a ser aprendido e todas as atividades desenvolvidas dentro do programa com os alunos como jogos interativos, passeios, visitas, tornam o conteúdo mais fácil de ser assimilado”.
Fonte: Portal UEPG

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

22 portais com conteúdos digitais para o professor usar em sala de aula

A Ação Educativa, em parceria com a Wikimedia Foundation, mapeou e analisou 22 portais com recursos educacionais digitais online, no estudo "Recursos Educacionais Abertos: o campo, os recursos e sua apropriação em sala de aula".

Conheça abaixo esses 22 portais que oferecem materiais digitais para o professor usar em sala de aula.

Ambiente Educacional Web 
Banco Internacional de Objetos Digitais
Biblioteca Digital do Centro de Trabalho Indigenista
BN Digital
Brasiliana Digital
BVCH - Biblioteca Virtual de Ciências Humanas - Sociedade da Informação
Educopédia
Edumatec
Escola Digital
FEB - Federação de Repositórios Educa Brasil
Khan Academy (em português)
M3 Matemática Multimídia
Mobile L Tecnologia Educacional/
NOAS
Plataforma Democrática - Biblioteca Virtual
Portal Dia a Dia da Educação
Portal do Professor
Portal Domínio Público
RIVED - Rede Interativa Virtual de Educação
Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Pensamentos práticos para melhorar nossas escolas

Vamos pensar nas estratégias que podemos implementar no cotidiano para sempre evoluir na relação instituição, educadores, famílias e alunos, trazendo benefícios a todos.
Se a escola se forma como uma comunidade e se insere nesta, tal atitude reflete nas aulas e trabalhos dos alunos e este crescimento e envolvimento traz benefícios para as famílias. Podemos pensar em maneiras práticas de melhorar nossas escolas e de incrementar as cidades e comunidades em que vivemos junto aos nossos alunos. Alguns pensamentos podem ajudar nessa iniciativa e fazer com que as crianças e os adolescentes percebam desde cedo o valor do que aprendem, criando uma visão solidária, de partilha:
  • "Como podemos usar isto que aprendemos para melhorar nosso mundo?"
  • "O que falta aqui onde vivemos?"
  • "O que podemos fazer com relação a isto?"
Isso os leva a serem até mais felizes, pela sensação de pertencerem ("Nós, somos mais importantes do que cada um"), de terem valor ("Eu faço a diferença") e se envolverem com causas que são maiores do que eles.
Dentro desta perspectiva, estamos comprometidos ainda com a felicidade. Esta não depende somente de sorte ou de contingências externas, mas também do modo como percebemos nosso valor, a importância e o significado do nosso trabalho e o nosso estilo de vida. Felicidade é algo que vem de dentro para fora, depende da autogestão pessoal e profissional. Fazemos isso com bom humor e animação em sala de aula, usando vitalizadores – contos, mitos, histórias, magia – e oferecendo bons estímulos aos sentidos dos alunos, como músicas, aromas e sensações.

Há ainda quem acredite que felicidade é algo que deve estar distante da sala de aula, que aluno bom é aquele que fica calado. Porém, a cada dia surgem novos estudos demonstrando que o estado de felicidade é benéfico ao cérebro, às emoções, às relações humanas e, consequentemente, também ao aprendizado.
Finalmente, temos compromisso com o brilho nos olhos. Educar é algo para ser feito com entusiasmo e orgulho. É preciso despertar em nossos educandos a consideração por si mesmo, o gosto pela vida e o amor pelo futuro, de forma que eles busquem aprender para agregar valor ao mundo e para fazerem a diferença. Devemos manter a energia positiva dentro de nós mesmos e semear o gosto pelo bem máximo que nos fez evoluir até aqui, a educação. Sem ela, não teríamos sequer sobrevivido na história. Com ela, tocamos a eternidade.

Os biólogos explicam que nosso desejo de evoluir se deu graças ao sistema de recompensa do cérebro, que dispara dopamina, o neurotransmissor da felicidade, quando aprendemos algo. Já aqueles que acreditam em "algo mais" entendem que este sistema cerebral que nos leva a buscar mais da vida foi um presente de Deus para que o Homem, ao ensinar, ao criar, ao amar, tivesse um breve momento de luz e compreendesse, pelo prazer, o que é, de verdade, viver. Vida às nossas escolas!

Fonte: Leo Fraiman - Uol Educação