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sábado, 11 de agosto de 2012

Inscrições para Olímpiada de História são prorrogadas até 13 de agosto

Desde o início das inscrições, as páginas da 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil já receberam mais de um milhão de visitas, originadas de 990 diferentes municípios do país, além de 51 outros países dos cinco continentes. Já estão inscritos representantes de todos os Estados da União.
Os interessados em participar da Olimpíada terão até as 21 horas da próxima segunda-feira, dia 13 de agosto, para completar sua inscrição.
A Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa da UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas, por intermédio de seu Museu Exploratório de Ciências, destinada a estudantes e professores do Ensino Fundamental (8º e 9º anos) e Ensino Médio, organizados em equipes de três estudantes e um professor. A Olimpíada é constituída de cinco fases online e uma fase presencial. Cada uma das fases online dura uma semana, com tempo para os alunos estudarem os documentos disponibilizados no site e discutirem as questões, sendo assim uma verdadeira oportunidade de aprendizagem.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Reunião operacional - José Elias da Rocha

Na última quinta-feira, 17 de maio, os bolsistas da equipe do Colégio Estadual José Elias da Rocha estiveram reunidos para discutirem a atuação do PIBID neste colégio, bem como projetar intenções de atuação para as próximas semanas.

Além da apresentação do rascunho do relatório bimestral de atividades, que será publicado neste blog quando estiver concluído, e dos textos e cadernos de atividades elaborados pelos bolsistas para os alunos de 8º e 9ª anos do ensino fundamental e 2º e 3º anos do ensino médio, discutimos acerca da realização de um projeto de ensino em contra-turno, no qual serão utilizados filmes para tratar de assuntos curriculares da disciplina de história, a partir de Cine-Fóruns.

Dividida em duplas, a equipe de bolsistas ficou responsável pela elaboração de três projetos de Cine-Fórum que, trabalhando com temas e filmes distintos, buscarão ajudar os professores e alunos na relação ensino-aprendizagem, especialmente nestes temas.

A realização deste projeto poderá ser aliada aos projetos de ensino individuais dos bolsistas, que através da pesquisa-ação poderão obter respostas e resultados no que se refere à avaliação, leitura e utilização de novas linguagens e tecnologias no ensino de história, temas que vem sendo estudados pelos membros desta equipe do PIBID.

Em breve traremos novas informações sobre este projeto para vocês. 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Como saber se você seria um bom professor

Não há limites para o ser humano a não serem aqueles que ele os coloque para si mesmo. Nem todos os limites são conscientes. Muitos até pensam ou acham que vão conseguir superar, mas não têm empenho, disciplina, conhecimentos suficientes, foco, visão, assertividade, constância, comprometimento, eficácia - e acabam não conseguindo. Depois, argumentam-se para si mesmos dizendo que fizeram tudo o que podiam e deviam. Melhor seria impossível fazer.
Está claro que algumas profissões exigem mais algumas especificidades que são essenciais que para outras não seriam.
Segundo Malcolm Gladwell, no seu livro Fora de Série, qualquer pessoa que pratique por 10.000 horas qualquer atividade, torna-se excepcional nela. Uma média de 3 horas ao dia por 10 anos. Qualquer pessoa que praticasse ministrar 6 aulas por dia, em 5 anos seria uma excelente professora. Os Beatles tinham mais de 10.000 horas tocadas em shows e baladas antes de atingir o sucesso mundial.
Mas por que encontramos alguns professores com mais de 10 anos de atividade, às vezes até 30 anos, cujas aulas são medíocres?
Provavelmente uma das principais causas seria: ministrou todas as aulas, uma igual a outra, sem tirar nem pôr, sem interesse em melhorar, atualizar ou adequar aos variados públicos. É como se usasse a mesma ficha amarelada pelo tempo de uso ou uma mente que marcou passo no que decorou quando estudante. Não deu um passo além. Reduziu sua Performance a Zero.
Pensemos somente no prejuízo que tal professor provocou em 30 anos nos seus alunos. Se for de matemática então, quem sabe interferiu nas escolhas das carreiras dos seus alunos a profissões que não usasse matemática...
Qualquer pessoa pode ser um bom professor se, antes mesmo de escolher esta carreira: (1) já gostasse de lidar com diferentes tipos de pessoas, (2) tivesse a alegria de ensinar, (3) sentisse prazer em aprender o que não soubesse e em ensinar o que soubesse para quem quisesse aprender, (4) adorasse novidades, (5) buscasse sempre conhecer mais sobre algum tema que lhe interessasse, (6) não se incomodasse em ler nas mais variadas fontes, (7) participasse com facilidade de atividades com grupos ou individuais, (8) tivesse paciência para ouvir várias vezes a mesma história de diferentes pessoas, (9) não se irritasse em ser questionada, (9) fosse adaptável a diversas situações de convivência humana, (10) estabelecesse bom contato com pessoas de diferentes origens, credos, culturas, níveis sócio-econômicos, idades etc.
Mesmo que não tivesse as condições acima relacionadas, nada impede que elas possam ser aprendidas, treinadas e desenvolvidas. O ser humano tem capacidades incríveis que somente se mostram quando estimuladas. Nada existe que após 10.000 horas de prática, não torne o praticante em um expert no tema.
Para o ser humano tudo pode parecer difícil, complicado e impossível de ser feito se nada souber, mas tudo torna-se fácil, realizável e prazeroso quando se aprende. O saber é uma questão de busca pessoal, pois o conhecimento é uma construção individual. Podemos ser bombardeados por informações das mais variadas fontes, porém somente registramos o que conhecemos. O aprendizado é transformar as informações recebidas em conhecimentos.
Um bom professor não nasce pronto. É na prática que ele vai se formando, na paciência que vai se adquirindo, pelas tentativas de buscar melhores soluções que vai descobrindo os melhores caminhos, pois o relacionamento professor-aluno não nasce pronto, mas é construído ao longo de sua existência.
Içami Tiba

Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Pais e Educadores de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 28 livros

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Projeto de Leitura "Lendo e Escrevendo"!





BOA NOITE!
Na última sexta-feira dia 7 de outubro de 2011, os integrantes da Equipe PIBID 2011 do Colégio Padre Carlos Zelesny estiveram reunidos para definirem as últimas questões referentes ao projeto de leitura "Lendo e Escrevendo", que iniciará na próxima segunda dia 1o.
O projeto contará com a participação dos alunos da sexta série, que foram divididos em 6 grupos. Os alunos componentes de cada grupo foram selecionados pelos bolsistas, através de um processo de seleção o qual constava duas atividades referentes a leitura, escrita e interpretação de texto. Após análise de todas as atividades, foram escolhidos os alunos que tiveram maior dificuldade em realizar os exercícios propostos. Dessa maneira, verificando a disponibilidade de cada aluno, foram divididos os grupos, com em média 10 alunos cada, sendo que cada grupo terá um encontro semanal no contra turno com duração de 1h30min.
Dessa maneira, amanhã ás 8h e 20min, o Grupo 1 iniciará suas atividades, com os bolsistas: Carina, Ramon e Marília. Boa sorte aos meus colegas! Posterior ao encontro postaremos fotos do mesmo.
Torcemos para que o início desse nosso projeto tenha o mesmo sucesso que o projeto realizado
pelos nossos colegas no Colégio Estadual José Elias da Rocha.
Abraços, :D

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

É hoje!

Falta meia hora para o início do projeto!!!

Hoje pela manhã passamos nas salas de aula para colar as listas de inscritos, separados por grupos, e entregar as fichas de autorização que os alunos deverão trazer assinadas pelo responsável.

Enquanto fazíamos isto, muitos alunos nos questionaram sobre a existência de vagas nos grupos, sendo encaminhados para a inscrição, que será feita hoje no período da tarde (antes do encontro do primeiro grupo).

Conversamos, também, com os professores de História e Língua Portuguesa, para que disponham de parte da nota aos alunos que se inscreverem e frequentarem o projeto, sendo que apenas um dos professores não concordou com esta prática. Veja quem são os professores que estão colaborando:

  • Joana (português) - 3º ano
  • Maury (história) - 1º e 3º ano
  • Regina (português) - 1º e 2º ano
  • Viviane (português) - ensino fundamental
Em breve postaremos sobre o primeiro encontro com os grupos.