sábado, 25 de agosto de 2012
Seminário estadual avalia impactos do PIBID no Paraná
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Greve na UEPG
Apesar do envio da proposta para a Assembleia Legislativa, os professores consideraram que esse é apenas mais um dos trâmites burocráticos do processo e não garante que a equiparação seja concretizada. “O que os professores querem é a publicação da proposta em diário oficial, e o governo já teve tempo suficiente para fazer isso”, acredita a presidente do Sindicato dos Docentes da UEPG (Sinduepg), Jeaneth Stefaniak.
Para os professores, um dos indicadores da má vontade do governo é o fato de a proposta ter
A indignação dos professores intensificou-se à medida que a mensagem do governo para a Assembleia Legislativa foi lida no encontro. “A mensagem não garante a equiparação, só o reajuste anual. É preciso considerar que neste tempo os técnicos também terão seus salários ajustados e isso precisa ser considerado também para os professores” explica a presidente.
Paralisação
A Assembleia de ontem à tarde fechou o dia de paralisação na Universidade. Durante o dia cerca de 90 % da UEPG ficou sem aula. Solidárias à luta dos professores, diversas entidades estudantis participaram da paralisação e da Assembleia e ratificaram a decisão.
A insatisfação dos professores da UEPG não é isolada, em Maringá, Guarapuava e Cascavel também foi aprovado o início da greve a partir da semana que vem. Os professores já definiram comando de greve e devem divulgar um calendário de mobilização na tarde de hoje, 14 horas, em uma reunião do Sinduepg.
Fonte: Sinduepg
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Greve de professores nas instituições federais completa 20 dias
quinta-feira, 31 de maio de 2012
"Não se faz um país sem educação"
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Como saber se você seria um bom professor
Segundo Malcolm Gladwell, no seu livro Fora de Série, qualquer pessoa que pratique por 10.000 horas qualquer atividade, torna-se excepcional nela. Uma média de 3 horas ao dia por 10 anos. Qualquer pessoa que praticasse ministrar 6 aulas por dia, em 5 anos seria uma excelente professora. Os Beatles tinham mais de 10.000 horas tocadas em shows e baladas antes de atingir o sucesso mundial.
Mas por que encontramos alguns professores com mais de 10 anos de atividade, às vezes até 30 anos, cujas aulas são medíocres?
Provavelmente uma das principais causas seria: ministrou todas as aulas, uma igual a outra, sem tirar nem pôr, sem interesse em melhorar, atualizar ou adequar aos variados públicos. É como se usasse a mesma ficha amarelada pelo tempo de uso ou uma mente que marcou passo no que decorou quando estudante. Não deu um passo além. Reduziu sua Performance a Zero.
Pensemos somente no prejuízo que tal professor provocou em 30 anos nos seus alunos. Se for de matemática então, quem sabe interferiu nas escolhas das carreiras dos seus alunos a profissões que não usasse matemática...
Qualquer pessoa pode ser um bom professor se, antes mesmo de escolher esta carreira: (1) já gostasse de lidar com diferentes tipos de pessoas, (2) tivesse a alegria de ensinar, (3) sentisse prazer em aprender o que não soubesse e em ensinar o que soubesse para quem quisesse aprender, (4) adorasse novidades, (5) buscasse sempre conhecer mais sobre algum tema que lhe interessasse, (6) não se incomodasse em ler nas mais variadas fontes, (7) participasse com facilidade de atividades com grupos ou individuais, (8) tivesse paciência para ouvir várias vezes a mesma história de diferentes pessoas, (9) não se irritasse em ser questionada, (9) fosse adaptável a diversas situações de convivência humana, (10) estabelecesse bom contato com pessoas de diferentes origens, credos, culturas, níveis sócio-econômicos, idades etc.
Mesmo que não tivesse as condições acima relacionadas, nada impede que elas possam ser aprendidas, treinadas e desenvolvidas. O ser humano tem capacidades incríveis que somente se mostram quando estimuladas. Nada existe que após 10.000 horas de prática, não torne o praticante em um expert no tema.
Para o ser humano tudo pode parecer difícil, complicado e impossível de ser feito se nada souber, mas tudo torna-se fácil, realizável e prazeroso quando se aprende. O saber é uma questão de busca pessoal, pois o conhecimento é uma construção individual. Podemos ser bombardeados por informações das mais variadas fontes, porém somente registramos o que conhecemos. O aprendizado é transformar as informações recebidas em conhecimentos.
Um bom professor não nasce pronto. É na prática que ele vai se formando, na paciência que vai se adquirindo, pelas tentativas de buscar melhores soluções que vai descobrindo os melhores caminhos, pois o relacionamento professor-aluno não nasce pronto, mas é construído ao longo de sua existência.
Içami Tiba
Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Pais e Educadores de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 28 livros
Brasil terá vaga de professor visitante em Havard
Durante palestra nesta terça na universidade, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o país "precisa de Harvard", assim como "é bom para Harvard se aproximar do Brasil". Mais cedo, o ministro Aloizio Mercadante já havia anunciado a abertura de um escritório do MIT (Massachusetts Institute of Technology) no Brasil.
Durante a palestra, a presidente disse que o interesse do país é colocar estudantes brasileiros nas melhores instituições de ensino do mundo. "O que nos interessa? Primeiro, garantir que estudantes tenham acesso às melhores instituições, além dos alunos, professores e doutores que possam utilizar as oportunidades de uma bolsa bancada pelo país", afirmou.
Dilma também afirmou que um dos objetivos do programa Ciência sem Fronteiras, que dá bolsa de estudos a estudantes brasileiros, é trazer também "pesquisadores seniors e juniors" para ter uma "relação" com o Brasil. "O Brasil tem de correr muito para estar à altura dos desafios que se apresentam em ciência, tecnologia e inovação."
Patentes
Segundo Dilma, o país precisa dar mais importância a patentes e não só a publicações. "Não que elas não sejam importantes [as publicações]", afirmou. "Não podemos ter mais uma visão dos países de origem ibérica que dá mais importância a uma publicação do que a uma patente". De acordo com a presidente, as patentes "ampliam oportunidades".
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Sou professor(a): quero salário justo!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Professores e pais: Quais são os papéis de cada um na educação?
Muitas vezes, por não ter clara essa divisão, a escola terceiriza problemas aos pais, e vice-versa, o que gera sentimentos de impotência e sobrecarga em ambos os lados. Os papéis dos educadores e da família são complementares, porém distintos. Em casa, há uma relação de autoridade entre pais e filhos. A criança possui também uma posição privilegiada e, por mais que se comporte mal, os relacionamentos se mantêm. Na escola, o cenário muda. O aluno se torna mais um integrante do grupo, aprende a lidar com novas regras, experimenta conflitos e percebe que as relações dependem de suas ações. Além do conhecimento, a criança deve adquirir na escola competências indispensáveis para o convívio em sociedade - dificilmente obtidas em família. Cabe a nós, educadores, contribuir para esse aprendizado e buscar maneiras de lidar com os conflitos inerentes ao processo. Isso requer boa formação, estudo coletivo, envolvimento da equipe, reflexão, avaliação e aperfeiçoamento. Só assim nos sentiremos amparados e seguros para atuar no dia a dia. O fracasso da Educação familiar não pode significar também o insucesso da escola. Não podemos depender do bom desempenho dos pais para educar nossos alunos para a vida em uma sociedade democrática, mais equilibrada e justa e nem esperar estudantes ideais como um pré-requisito para obter êxito. As crianças que trazem dificuldades de casa são as que mais precisam do nosso apoio para se inserir socialmente. Vamos aproveitar esse começo de ano para debater tais questões. Como profissionais da Educação, podemos construir uma escola capaz de dar conta do que ocorre no espaço sob sua responsabilidade tanto em relação à aprendizagem quanto ao comportamento social. (Telma Vinha, especialista em psicologia educacional)
http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/espera-se-muito-professor-onde-vai-nossa-responsabilidade-comeca-pais-678989.shtml
sexta-feira, 30 de março de 2012
PIBID - UEPG História em evento na UFPR
É muito difícil vivenciar um projeto tão amplo e com tantas possibilidades de atuação como é o PIBID; mesmo tendo contato com os outros subprojetos atuantes na UEPG, às vezes nutrimos aquele sentimento de curiosidade; como os PIBID de outras regiões estão atuando? Quais são suas atividades?
A participação dos subprojetos PIBID/UEPG em um evento de Workshop realizado na Universidade Federal do Paraná voltado aos PIBID da própria UFPR e outras universidades de Curitiba acabou suprindo brevemente essa distância tão grande entre o cotidiano dos envolvidos com o projeto da nossa cidade com o de outras regiões do Paraná. Com a participação no evento pudemos perceber o que nossos companheiros de projeto estão produzindo em seu cotidiano e quais as realidades escolares eles encontram.
O Evento tinha como tema: Workshop "Vida e condição do trabalho docente", e constituiu-se basicamente na exibição de breves documentários com aproximadamente 15 minutos de duração produzidos pelos acadêmicos bolsistas (juntamente com os bolsistas do curso de comunicação social, e orientação de técnicos da UFPR TV), nas suas escolas de atuação com o PIBID, seguido de comentários dos realizadores e orientadores, motivando breves debates. A programação do evento ficou assim dividida (segundo o site da UFPR):
08h30min Recepção dos participantes
09h00min Abertura oficial do evento
09h30min Coffee break
10h00min Projeção dos filmes - com apresentação dos autores e debate com convidados
12h00min Almoço
14h00min Projeção dos filmes - com apresentação dos autores
16h00min Intervalo - coffee break
16h30min Projeção dos filmes - com apresentação dos autores e debate com convidados
18h00min Encerramento das atividades
Na exibição dos vídeos/documentários, pode-se perceber que o enfoque de cada equipe no tema teve diferentes abordagens e divergentes focos, alguns deram enfoque aos sentimentos de superação do professor, enquanto outros relataram a carreira de professores que são considerados sujeitos de "excelência" na profissão, alguns ainda trouxeram a humanização do professor como fator inevitável para o entendimento da profissão docente. Todos buscaram relatar as atuações dos professores em seu cotidiano, as discussões acabaram voltando-se ao elogio aos vídeos produzidos, e relatos de dificuldades técnicas na produção dos mesmos.
O Subprojeto PIBID História, foi representado pelos acadêmicos Carina, Diego, Guilherme, Hurlan, Marcus, Maria Paula, E a professora orientadora Silvana.

sexta-feira, 23 de março de 2012
Visita à APADEVI



segunda-feira, 19 de março de 2012
PIBID a Inovação da Formação Docente
Sou um dos três novos integrantes do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação á Docência - Subprojeto de História), e nesses poucos dias de participação devo afirmar que está atendendo minhas expectativas. Esse programa tem de caráter inovador de colocar o acadêmico de Licenciatura em contato com a realidade escolar, o que muitas vezes passa despercebido no âmbito acadêmico, onde existe muita teoria e pouca atividade prática.
Nesses últimos dias pude, com a aproximação da sala de aula, entender de como é realizado o trabalho do professor (exclusivamente da professora Adreane – Professora de História), as estruturas e os aspectos positivos e negativos das escolas (exclusivamente do Colégio José Elias da Rocha) que é muito interessante para a minha formação.
A participação no PIBID também está me proporcionando entender ainda mais sobre a importância da carreira profissional do professor como as discussões sobre diretrizes de base da educação, discussões sobre os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais).
Sem dúvida o PIBID, esse projeto é de extrema importância na formação para docência e, particularmente acredito que deveria estar obrigatoriamente na grade curricular de todos os cursos de Licenciaturas.
