Professores da rede estadual de ensino são capacitados para usar tablets
em sala de aula. As orientações acontecem em várias regiões de Estado e
contam com apoio das Coordenações Regionais de Tecnologia na Educação
(CRTE). O Governo do Paraná distribuiu 32 mil tablets e já negocia a
liberação de mais aparelhos.
Em Cascavel, cerca de 350 professores fazem o curso até agosto. Novas
turmas serão abertas e, até setembro, cerca de mil profissionais devem
ser capacitados com noções básicas, uso de aplicativos disponíveis e
orientações técnicas além de termo de uso e guarda.
A professora Mônica Virgínia Missau, do Colégio Estadual Wilson Joffre,
de Cascavel, está participando da capacitação. “Acredito que, em função
de estarmos num processo de inclusão constante, o tablet é uma boa
ferramenta em qualquer atividade. Antes, precisávamos levar equipamentos
particulares, que muitas vezes não eram compatíveis com os da escola.
Perdíamos muito tempo para fazer com que as coisas funcionassem”,
contou.
EQUIPAMENTOS: O Núcleo de Cascavel recebeu 1.080 tablets. Nesta primeira
etapa os aparelhos foram entregues a professores do Quadro Próprio do
Magistério que trabalham em sala de aula no Ensino Médio, nas
modalidades Ensino Regular, Educação para Jovens e Adultos e Educação
Profissional.
Os dispositivos foram comprados com recursos do Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação e fazem parte do esforço do Governo do
Paraná na modernização do sistema educacional paranaense. Eles integram o
programa Sala de Aula Conectada, no qual serão investidos cerca de R$
62 milhões. A maior parte se destina à adequação da infraestrutura das
escolas para instalação da internet sem fio, além da capacitação dos
profissionais da educação para uso das novas tecnologias.
Com os tablets, os professores poderão, por exemplo, planejar o
trabalho, utilizar ferramentas e aplicativos, organizar arquivos, ter
livros digitais, facilitar o registro de classe e acessar a internet.
Além disso, estarão disponíveis conteúdos para aulas de disciplinas como
Física, Matemática, Biologia e Química.
Fonte: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1800&tit=Treinamento-prepara-professores-para-usarem-tablets-em-sala-de-aula
terça-feira, 2 de julho de 2013
Primeira Chamada do Prouni
Aos alunos que se inscreveram no Prouni, o MEC divulgou a primeira chamada !
O Ministério da Educação divulgou neste domingo (30) a primeira chamada de selecionados para o Prouni (Programa Universidade para Todos). Quem for convocado deverá procurar a instituição de ensino entre 1º e 8 de julho para a comprovação das informações prestadas no momento da inscrição.
O programa registrou 436.941 candidatos a bolsas para o segundo semestre deste ano. O número ficou abaixo do volume do mesmo período de 2012, quando o sistema recebeu inscrições de 456.973 candidatos.
Segundo o MEC (Ministério da Educação), o número de inscrições em 2013 chegou a 844.864 — cada estudante pôde fazer até duas opções de curso.
O resultado da segunda chamada está previsto para 16 de julho. O estudante terá de 16 a 22 do mesmo mês para comprovar as informações e providenciar a matrícula.
Cada estudante pode fazer até duas opções de curso. Segundo o MEC, serão 90.010 bolsas no segundo semestre de 2013, entre bolsas integrais e parciais.
No processo seletivo deste segundo semestre, o programa oferece 90.045 bolsas — 55.693 integrais — em instituições particulares de educação superior. Puderam concorrer a bolsas os estudantes que participaram do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e obtiveram no mínimo 450 pontos de média e nota acima de zero na redação.
As bolsas integrais do Prouni são para os estudantes com renda bruta familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são destinadas aos candidatos com renda bruta familiar de até três salários mínimos, por pessoa.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/06/30/mec-divulga-primeira-chamada-do-prouni.htm
O Ministério da Educação divulgou neste domingo (30) a primeira chamada de selecionados para o Prouni (Programa Universidade para Todos). Quem for convocado deverá procurar a instituição de ensino entre 1º e 8 de julho para a comprovação das informações prestadas no momento da inscrição.
O programa registrou 436.941 candidatos a bolsas para o segundo semestre deste ano. O número ficou abaixo do volume do mesmo período de 2012, quando o sistema recebeu inscrições de 456.973 candidatos.
Segundo o MEC (Ministério da Educação), o número de inscrições em 2013 chegou a 844.864 — cada estudante pôde fazer até duas opções de curso.
O resultado da segunda chamada está previsto para 16 de julho. O estudante terá de 16 a 22 do mesmo mês para comprovar as informações e providenciar a matrícula.
Cada estudante pode fazer até duas opções de curso. Segundo o MEC, serão 90.010 bolsas no segundo semestre de 2013, entre bolsas integrais e parciais.
No processo seletivo deste segundo semestre, o programa oferece 90.045 bolsas — 55.693 integrais — em instituições particulares de educação superior. Puderam concorrer a bolsas os estudantes que participaram do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e obtiveram no mínimo 450 pontos de média e nota acima de zero na redação.
As bolsas integrais do Prouni são para os estudantes com renda bruta familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são destinadas aos candidatos com renda bruta familiar de até três salários mínimos, por pessoa.
Calendário
- Resultado da 1ª chamada: 30 de junho
- Comprovação de informações na 1ª chamada: de 1º de julho a 8 de julho
- Resultado da 2ª chamada: 16 de julho
- Comprovação de informações da 2ª chamada: de 16 de julho a 22 de julho
Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/06/30/mec-divulga-primeira-chamada-do-prouni.htm
Postado por
RamonDimbarre
às
14:11
Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 2 de junho de 2013
Projeto Universidade
Na quarta feira dia 22 de maio de 2013, a equipe do colégio Padre Carlos Zelesny realizou o projeto universidade, em sua segunda edição.
O projeto universidade é destinado especialmente aos alunos do terceiro ano do ensino médico, com o principal objetivo de semear, e estimular a entrada na faculdade, assim como o seu crescimento profissional.
O projeto é realizo em sua primeira fase com oficina na qual os acadêmicos, levam as informações básicas de acesso a faculdade, meio de egresso, instituição, benefícios, bolsas de formação, vestibular e cursos.E na segunda fase, é realizado o passeio, no qual os alunos visitam o próprio campus da UEPG uvaranas, com a parceria do curso de turismo e da CAOE (órgão da instituição), os alunos conhecem a UEPG, alguns laboratórios, estrutura, espaços acadêmicos e também são proporcionados com explicações sobre a localização e a área de cada curso.
Assim, com o objetivo de estimular um crescimento e um acesso a universidade o PIBID promoveu este projeto.
Na quarta feira dia 22 de maio de 2013, a equipe do colégio Padre Carlos Zelesny realizou o projeto universidade, em sua segunda edição.
O projeto universidade é destinado especialmente aos alunos do terceiro ano do ensino médico, com o principal objetivo de semear, e estimular a entrada na faculdade, assim como o seu crescimento profissional.
O projeto é realizo em sua primeira fase com oficina na qual os acadêmicos, levam as informações básicas de acesso a faculdade, meio de egresso, instituição, benefícios, bolsas de formação, vestibular e cursos.E na segunda fase, é realizado o passeio, no qual os alunos visitam o próprio campus da UEPG uvaranas, com a parceria do curso de turismo e da CAOE (órgão da instituição), os alunos conhecem a UEPG, alguns laboratórios, estrutura, espaços acadêmicos e também são proporcionados com explicações sobre a localização e a área de cada curso.
Assim, com o objetivo de estimular um crescimento e um acesso a universidade o PIBID promoveu este projeto.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Crianças podem aprender sozinhas?
Segundo Sugata Mitra, professor de tecnologia educacional da Universidade de Newcastle, é uma idéia a se pensar, porém ele acredita que nada poderá substituir o professor, pois o mesmo é uma figura essencial .
Pois bem, mas quem é esse tal de Sugata Mitra e por que ele afirma isso?
Sugata Mitra foi o maior pesquisador tecnológico, que revolucionou a história da educação com sua metodologia experimental, visando e analizando o uso de computadores em comunidades carentes. Mitra é mais conhecido por seu experimento “Hole in the Wall” (buraco na parede), feito em 1999. “A minha empresa ficava em Kalkaji, Nova Déli, logo atrás de um muro que dividia a parte nobre da cidade da comunidade. Apenas fizemos um buraco na parede – daí o nome do experimento – e colocamos um computador lá, virado para a favela”, conta.
Além do PC, uma câmera foi instalada em cima do aparelho para verificar o que crianças, que nunca haviam tido contato com tecnologia, fariam naquela situação.
O experimento mostrou que, apesar de não terem ideia do que aquela máquina representava no início, as crianças foram explorando as possibilidades do computador. Quando uma delas descobria alguma função nova, logo ensinava para as outras como fazer o mesmo. E o mais importante – sem falar uma palavra de inglês, língua na qual a máquina era programada.
Ao fim do experimento, elas até usavam em seu vocabulário cotidiano palavras como “save”, “exit”, “close” e outros termos relacionados à informática.
Para Mitra, isso foi uma prova de que as crianças podem usar as novas tecnologias para aprenderem por conta própria. E então ele percorreu várias partes rurais da Índia replicando seu experimento e, ao mesmo tempo, analisando a educação oferecida nestas cidades.
Ele descobriu que o progresso que as crianças apresentavam quando eram expostas ao computador era o mesmo. Isso mostra que computadores podem, sim, serem usados para ensinar crianças – desde que elas estejam em grupo e possam trocar experiências entre si. Mitra batizou essa forma de educação de método “Minimamente Invasivo”.
Revolução na educação?
É nesse ponto que aparece a pergunta inevitável – os computadores podem substituir os professores? Mitra brinca com a resposta: “só os professores que merecem ser substituídos por computadores serão substituídos”.
Segundo o pesquisador, o problema é que, em áreas mais remotas, como as que ele visitou na Índia, não há professores capacitados. E os poucos mestres locais não estão felizes ensinando por lá – logo, quando aparece uma outra oportunidade de emprego, eles acabam deixando seus estudantes.
“Não acredito que colocar um computador na mão das crianças de lugares remotos vá resolver todos os problemas, mas acredito que ele possa melhorar várias situações”, explica Mitra. “Se tivéssemos boas escolas em todos os lugares, não precisaríamos disso”.
E para ele, mesmo que seu método "Minimamente Invasivo" de educação seja aplicado, o professor ainda é uma figura essencial. É ele quem deve estimular a curiosidade das crianças com perguntas e ele será a figura mediadora que irá reunir o resultado das pesquisas dos estudantes e apresentá-los a turma de forma mais clara.
Mas Mitra faz um alerta: é importante saber que tipo de pergunta fazer. “Perguntar ‘qual é o formato da Terra’ é muito simples, já que há uma resposta fácil e óbvia. Mas ao perguntar ‘por que a Terra é redonda’, estamos apresentando um desafio para as crianças”, conta.
Mitra também comenta que "a educação está obsoleta", comentando que é preciso de um incentivo à mais para que o aluno se interesse pela aula, onde ele acredita num sistema que, em vez de "levar as crianças à submissão pelo tédio", criará uma geração mais capaz de se divertir enquanto aprende.
Embaixo está um vídeo do TED 2007 em que Mitra comenta seu experimento.
http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/sugata_mitra_shows_how_kids_teach_themselves.html
E vocês, acreditam que as crianças podem aprender sozinhas ou que poderemos criar uma geração que se interesse pelo estudo sem ser por "submissão e tédio" ???
Fontes: Revista Galileu 2012. ted.com. Revista Super Interessante 2013.
Pois bem, mas quem é esse tal de Sugata Mitra e por que ele afirma isso?
Sugata Mitra foi o maior pesquisador tecnológico, que revolucionou a história da educação com sua metodologia experimental, visando e analizando o uso de computadores em comunidades carentes. Mitra é mais conhecido por seu experimento “Hole in the Wall” (buraco na parede), feito em 1999. “A minha empresa ficava em Kalkaji, Nova Déli, logo atrás de um muro que dividia a parte nobre da cidade da comunidade. Apenas fizemos um buraco na parede – daí o nome do experimento – e colocamos um computador lá, virado para a favela”, conta.
Além do PC, uma câmera foi instalada em cima do aparelho para verificar o que crianças, que nunca haviam tido contato com tecnologia, fariam naquela situação.
O experimento mostrou que, apesar de não terem ideia do que aquela máquina representava no início, as crianças foram explorando as possibilidades do computador. Quando uma delas descobria alguma função nova, logo ensinava para as outras como fazer o mesmo. E o mais importante – sem falar uma palavra de inglês, língua na qual a máquina era programada.
Ao fim do experimento, elas até usavam em seu vocabulário cotidiano palavras como “save”, “exit”, “close” e outros termos relacionados à informática.
Para Mitra, isso foi uma prova de que as crianças podem usar as novas tecnologias para aprenderem por conta própria. E então ele percorreu várias partes rurais da Índia replicando seu experimento e, ao mesmo tempo, analisando a educação oferecida nestas cidades.
Ele descobriu que o progresso que as crianças apresentavam quando eram expostas ao computador era o mesmo. Isso mostra que computadores podem, sim, serem usados para ensinar crianças – desde que elas estejam em grupo e possam trocar experiências entre si. Mitra batizou essa forma de educação de método “Minimamente Invasivo”.
Revolução na educação?
É nesse ponto que aparece a pergunta inevitável – os computadores podem substituir os professores? Mitra brinca com a resposta: “só os professores que merecem ser substituídos por computadores serão substituídos”.
Segundo o pesquisador, o problema é que, em áreas mais remotas, como as que ele visitou na Índia, não há professores capacitados. E os poucos mestres locais não estão felizes ensinando por lá – logo, quando aparece uma outra oportunidade de emprego, eles acabam deixando seus estudantes.
“Não acredito que colocar um computador na mão das crianças de lugares remotos vá resolver todos os problemas, mas acredito que ele possa melhorar várias situações”, explica Mitra. “Se tivéssemos boas escolas em todos os lugares, não precisaríamos disso”.
E para ele, mesmo que seu método "Minimamente Invasivo" de educação seja aplicado, o professor ainda é uma figura essencial. É ele quem deve estimular a curiosidade das crianças com perguntas e ele será a figura mediadora que irá reunir o resultado das pesquisas dos estudantes e apresentá-los a turma de forma mais clara.
Mas Mitra faz um alerta: é importante saber que tipo de pergunta fazer. “Perguntar ‘qual é o formato da Terra’ é muito simples, já que há uma resposta fácil e óbvia. Mas ao perguntar ‘por que a Terra é redonda’, estamos apresentando um desafio para as crianças”, conta.
Mitra também comenta que "a educação está obsoleta", comentando que é preciso de um incentivo à mais para que o aluno se interesse pela aula, onde ele acredita num sistema que, em vez de "levar as crianças à submissão pelo tédio", criará uma geração mais capaz de se divertir enquanto aprende.
Embaixo está um vídeo do TED 2007 em que Mitra comenta seu experimento.
http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/sugata_mitra_shows_how_kids_teach_themselves.html
E vocês, acreditam que as crianças podem aprender sozinhas ou que poderemos criar uma geração que se interesse pelo estudo sem ser por "submissão e tédio" ???
Fontes: Revista Galileu 2012. ted.com. Revista Super Interessante 2013.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Projeto UEPG - 2013
O PIBID de história realizou
nesse bimestre o projeto UEPG que levou até aos alunos do terceiro ano do
ensino médio do Colégio José Elias da Rocha, os cursos ofertados pela
Universidade. Demonstrou as formas de ingresso através do PSS e do ENEM, além
de explicar o método das provas de nossa Universidade. Falou dos benefícios de
cotas para alunos de escolas públicas e afros descendentes e levou os alunos e
alunas no Campus em Uvaranas para que conhecessem algumas de nossas
dependências.
Foram apresentadas as estudantes
algumas das disciplinas de cada curso e exposto o mercado de trabalho onde
atuarão. Esse projeto é necessário para o incentivo dos alunos que já se
escreveram no vestibular, fundamental para o esclarecimento dos que estão em
dúvidas em qual curso ou carreira seguir e importantíssimo para despertar o
interesse daqueles que não vêem a faculdade como um caminho possível nas suas
vidas.
Devo confessar minha felicidade
em participar de um projeto de tamanha importância para a escola e para minha
formação como professor de História. Agradecemos desde já ao CAOE (central de
auxílio e orientação ao estudante) pelo desprendimento pelo material fornecido
e pelo transporte necessário para a realização desta e de outras atividades já
realizadas pelo PIBID com sua colaboração.
Assinar:
Postagens (Atom)
